CONDUTAS INICIAIS NA HIPERTENSÃO INTRACRANIANA IDIOPÁTICA: POSICIONAMENTO, CONTROLE DA DOR E SEDAÇÃO
Resumo:
analisar evidências científicas sobre condutas iniciais relacionadas ao posicionamento, controle da dor e sedação no manejo de pacientes com hipertensão intracraniana idiopática, considerando a disponibilidade de estudos sobre hipertensão intracraniana, pressão intracraniana e seus indicadores indiretos. Método: revisão integrativa da literatura, organizada a partir de busca na BVS e bases indexadas, com registros provenientes principalmente da MEDLINE, além de WPRIM e LILACS para apoio teórico. Foram avaliados 2.432 registros publicados entre 2021 e 2026; após remoção de duplicidades e triagem, nove estudos compuseram a síntese principal. Resultados: as evidências disponíveis foram indiretas e apontaram que elevação da cabeceira, escolha criteriosa de sedativos/anestésicos, analgesia multimodal, redução de fatores que elevam a pressão intracraniana e monitorização clínica/ultrassonográfica podem contribuir para segurança assistencial. Conclusão: as condutas iniciais devem ser individualizadas, pois a evidência específica para hipertensão intracraniana idiopática permanece limitada; contudo, estudos sobre pressão intracraniana sustentam posicionamento cuidadoso, controle sintomático, sedação judiciosa e vigilância neurológica contínua.
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