Biomarcadores Digitais E Fenotipagem Comportamental No TEA
Resumo:
O capítulo aborda como biomarcadores digitais (dados gerados por dispositivos e plataformas digitais, como smartphones e wearables) podem apoiar a fenotipagem comportamental no Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta é tornar a avaliação mais objetiva e contínua, a partir de sinais do cotidiano (padrões de atividade, sono, interação social, comunicação e respostas a estímulos), permitindo monitoramento longitudinal, apoio ao rastreio precoce e acompanhamento de intervenções. Também tende a discutir desafios de validação clínica, padronização, vieses, privacidade/segurança de dados e integração dessas ferramentas à prática em saúde.
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