ANÁLISE BIBLIOMÉTRICA DA DESINFORMAÇÃO E HESITAÇÃO VACINAL PARENTAL: TENDÊNCIAS GLOBAIS, CLUSTERS TEMÁTICOS E IMPLICAÇÕES PARA A MEDICINA PREVENTIVA (2018–2025)
Resumo:
Resumo: O estudo teve por objetivo analisar o perfil da produtividade e os principais clusters temáticos das evidências científicas sobre a desinformação e a hesitação parental vacinal e sua implicação para a medicina preventiva. Trata-se de um estudo bibliométrico, quantitativo e descritivo. Foram usados os descritores: “vaccine hesitancy"; "fake news"; "misinformation"; e "childhood immunization" em bases eletrônicas, sendo recuperados artigos publicados nos idiomas: inglês, português e espanhol no período de 2018-2025. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, foram selecionados um total de 22 artigos para a análise. A síntese dos artigos obtidos nas bases regionais confirmou que entre os fatores para hesitação vacinal encontram-se: a politização das vacinas, a perda de confiança no serviço e as barreiras de acesso no contexto brasileiro, distribuição socioeconômica e autonomia maternal. As análises de rede e de co-ocorrência de palavras-chave evidenciaram dois clusters temáticos principais: “Comunicação de Risco e Mídias Sociais” e “Impacto das Teorias da Conspiração na Confiança Parental”. Conclui-se que o crescimento do número de publicações demonstra a urgência do tema, enquanto os clusters identificados oferecem subsídios para ações diretas focadas na Medicina Preventiva, em especial na Atenção Primária à Saúde (APS) — no enfrentamento da desinformação e da hesitação vacinal.
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